O MENINO DE VIDRO

O amor é insubstituível,
E muito mais insubstituível é o amor materno,
amor que supera qualquer dificuldade,
dificuldade que não se pode abraçar a quem tanto ama,
sim, a quem tanto ela ama, seu filho, o menino de vidro.

O menino que sofria de uma doença incurável, insuportável, e indesejável;
Indesejável porque muitas vezes este menino não podia correr com a bola,
brincar de pular corda, ou correr até se cansar.

O menino sofria de uma doença,
doença que fazia os seus ossos se quebrarem com facilidade,
com permanência, e muita dor. E por mais que tenha uma crença,
sua vida era de esperança de um dia crescer, viver uma vida tranqüila,
abraçar a quem tanto lhe amava, beijar a quem tanto queria,
dizer todos os dias:
- Eu venci e nada pode me quebrar!
É, ele venceu, hoje é um homem formado,
e muito bem considerado pelos amantes da alegria.
Pelos amantes do milagre.
O menino de vidro, de carne, de osso, e sobre o mesmo esforço acredita,
que a vida é cheia de surpresa, e sobre uma enorme mesa, está o querer,
o querer que muda á água para o vinho.

(Ivan)

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