UMA ABELHA MIRIM

Uma abelha visita dez flores por minuto, a abelha mirim visitava cada flor de amigo que se encontrava no jardim da existência: E em cada amigo ela soltava o pólen da amizade, o pólen do carinho, o pólen da juventude, o pólen de uma amizade construtiva; E por mais que curta é a vida d eu uma abelha, a abelha mirim voava longe, e em cada vôo dessa abelha ela tocava em milhares de corações presentes.
A abelha mirim era alegre e contagiante, que fazia de outras colméias o abrigo para suas amizades. Não importava se estava na casa da abelha rainha, ou se estava na casa de uma abelha operária; O que lhe importava era conquistar a amizade, o carinho de todas as colméias que de longe os admiravam.
A abelha mirim era diferente, de repente quis voar, e muito antes de fazer o ultimo vôo, foi até a colméia de uma operária e pediu-lhe desculpas por algumas vezes usar o esporão e depositar néctar da ira, das intrigas em seu coração. Em seguida foi até outra colméia convidou outra abelha para voar, e voando pelas asas da liberdade, do alto viu o seu pai abelha guerreiro trabalhando, trabalhando em busca de levar para casa o alimento que nos sustenta, o verdadeiro mel que nos adocica. Se aproximando do seu pai lhe disse:
- Pai! Benção!
O pai abelha sem entender lhe respondeu:
- Que Deus te abençoe meu filho!
E assim que recebeu a benção seguiu seu vôo, e do alto avistou uma enorme flor em um jardim abandonado, e quando ia aproximando, uma voz ecoava seus ouvidos, era seu amigo abelhinha gritando:
- Não se aproxime dessa flor, ela é carnívora, seu nome é Deoneaa!
- Tudo bem não irei se aproximar! - Respondeu a Abelha Mirim.
E quando menos se espera, a abelha mirim é tragada pela planta, tenta de várias formas se salvar e não consegue. Seu amigo Abelhinha, voa desesperada em busca de socorro, e quando volta o inacreditável acontece: A abelha mirim não continuará com seus vôos, e não voltará para depositar o mel da sua presença, não irá soltar o veneno terapêutico aos colegas de bola em frente de uma casa qualquer.
E no coração mãe, a abelha rainha antes de ir trabalhar com as operárias, sentia no seu intimo que não era para trabalhar, porém pelas lutas diárias, para trazer o mel que sacia toda fome, que traz toda veste para toda a colméia, teria que trabalhar.
E quando o mel da esperança deu lugar ao fel da amargura, toda colméia se sentiu desolada, desamparada, por um ser com poucos anos de vida nos ensinou a simplicidade e a beleza de uma juventude tão inocente e presente na vida de muitas abelhas que hoje se pergunta:
- Por que? Tão Jovem! Por que?
E não se obtém nenhuma resposta; E as colméias voltam a reproduzir o mel amargo como fel, sem doce, melancólico e saudoso pela abelha que voou muito além de nossos limites, do caminho de cada ser que vive que um dia partirá, deixando momentos, e sobre estes momentos surge à lembrança da pequena abelha que queria voar, simplesmente voar.

(Ivan)


O FILHO NÃO VAI AO PAI, O PAI VEM AO FILHO
A alegria do Pai, é aquele que continuará com os seus conceitos, com seus argumentos, e conselhos; E quando esta alegria o abandona, o Pai se torna inabilitado para escrever ou dizer o quanto um filho faz uma falta. O Tempo, à distância, os desejos em buscar os seus sonhos como filho, estes são suas lutas diárias e persistentes. O tempo o obriga, as situações desfavorecedoras em seu corpo, o fazem se aproximar do seu filho. Se o filho não vai ao Pai, o Pai vai ao filho.
(Ivan)


O QUE SERÁ DO AMANHÃ?
O amanhã é convívio de Deus, e por mais que queremos saber do amanhã, nada sabemos, nada nos garante um amanhã. O amanhã é pertence de Deus, então, o melhor é esperar em Deus; Assim poderemos crer no amanhã, no amanhã com Deus.
(Ivanderlan Siqueira)


o choro
Chorar, muitas das vezes é desabafar; É guarda para si um segredo, uma dor; Ou muitas das vezes, é um desejo não atendido, e não correspondido. O choro vem de uma imensidade, que por mera vontade caímos no choro, e sobre este choro derramamos tudo o que impedia de sermoa corajoso. Porque quem chora, não é um fraco; porque quem chora não esta triste, quem chora se entrega no mais intimo dos sentimentos.
(Ivan)

O PRAZER DE VIVER
Todos dentro de si, sentem o prazer de querer viver com dignidade; Sentir o prazer de caminhar entre as flores do jardim da vida, e saborear o cheiro de um novo dia, como o amanhã.
(Ivan)


A MORTE
A morte não me assusta, eu que assusto a morte. Assim como a morte não sabe nada da vida, eu vivo não me interessa nada da morte.
(Ivan)

Sorrir
“Sorrir vêm da alma, vêm da felicidade; Sorri muitas vezes é sinônimo de nocauteado, prevalecido, por situações desfavorecedoras. Sorrir é prazeroso, há muitos que choram com o sorrir, há outros que se exaltam pelo sorrir para não machucar. Sorrir é música para os músculos que se fortalecem ao ouvir um sorrir de uma pessoa. Sorrir vêm da alma e por mais que desistimos de lutar, o sorri vêm pela manhã”.
(Ivan)

O AMOR
É no amor que demonstramos a força que temos,é neste amor que sempre depositamos a nossa confiança e franqueza; por que no amor muitos vezes tornamos fraco quando há distância, e fortes quando queremos rever. É este amor impossível, e natural, visível, e sobrenatural, é o amor”.
(Ivan)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ROUBA BANDEIRA